Assunção da Virgem
Santa Maria
Missa
do Dia
17
de agosto de 2003
Introdução ao espírito da
Celebração
Nossa Senhora foi elevada em
corpo e alma para o Céu. Aclamemo-la hoje com os anjos e os santos e com toda a
Igreja espalhada pelo mundo.
Maria é a mais bela de todas
as criaturas e é para todos nós sinal de vitória e fonte de esperança.
O pecado trouxe a morte e
corrupção. Vamos limpar a nossa alma para nos parecermos com a Virgem elevada
ao céu e podermos acolher a Jesus, que, hoje, aqui nos reuniu.
Liturgia da Palavra
Primeira Leitura
Monição: Maria é sinal de salvação para o Povo de Deus. Apoiados
n'Ela venceremos os ataques de Satanás e chegaremos ao Céu.
Apocalipse 11, 19a 12, 1-6a.10ab
Sob a imagem da Arca (v. 19) e da mulher (vv. 1-17) é-nos
apresentada, na intenção da liturgia, a Virgem Maria. Entretanto os exegetas
continuam a discutir, sem chegar a acordo, se estas imagens se referem à Igreja
ou a Maria. Sem nos metermos numa questão tão discutida, podemos pensar com
alguns autores que a Mulher simboliza, num primeiro plano, a Igreja, mas, tendo
em conta as relações tão estreitas entre a Igreja e Maria - «membro eminente e único da
Igreja, seu tipo e exemplar perfeitíssimo na fé e na caridade... sua Mãe
amorosíssima» (Vaticano II, LG 53) – podemos englobar a Virgem Maria nesta
imagem da mulher do Apocalipse. Tendo isto em conta, citamos o comentário de
Santo Agostinho ao Apocalipse (Homilia IX):
4-5 «O Dragão colocou-se diante da mulher...»:
«A Igreja dá à luz sempre no meio de sofrimentos, e o Dragão está sempre de
vigia a ver se devora Cristo, quando nascem os seus membros. Disse-se que deu à
luz um filho varão, vencedor do diabo».
6 «E a mulher fugiu para o deserto»: «O mundo é um
deserto, onde Cristo governa e alimenta a Igreja até ao fim, e nele a Igreja
calca e esmaga, com o auxílio de Cristo, os soberbos e os ímpios, como
escorpiões e víboras, e todo o poder de Satanás».
Salmo Responsorial Sl 44 (45), 10.11.12.16 (R.
cf. 10b)
Monição: O Salmo convida-nos a louvar a Rainha do Céu, a mais
bela de todas as criaturas.
Segunda Leitura
Monição: A vitória de Jesus manifesta-se na Sua ressurreição
gloriosa. E também na assunção de Sua Mãe ao Céu. Atingirá a sua plenitude com
a nossa ressurreição, no final dos tempos.
1 Coríntios 15, 20-27
É a partir deste texto e do de Romanos 5 que os Padres da
Igreja estabelecem a tipologia baseada num paralelismo antiético, entre Eva e
Maria: Eva, associada a Adão no pecado e na morte; Maria, associada a
Cristo na obra de reparação do pecado e na ressurreição.
20-23 S. Paulo, começando por se apoiar no fato real da
Ressurreição de Cristo, procura demonstrar a verdade da ressurreição (vv.
1-19). Nestes versículos, diz que «Cristo ressuscitou dos mortos, como
primícias dos que morreram» (v. 20). As primícias eram os primeiros frutos
do campo que se deviam oferecer a Deus e só depois se podia comer deles (cf. Ex
28; Lv 23, 10-14; Nm 15, 20-21). De igual modo, Cristo nos
precede na ressurreição. Nós (excetuando pelo menos a Virgem Maria) havemos de
ressuscitar «por ocasião da sua vinda» (v. 23). Não se pode confundir
esta ressurreição sobrenatural e misteriosa de que aqui se fala com a
imortalidade da alma. O Credo do Povo de Deus de Paulo VI, no n.º 28, diz:
«Cremos que as almas de todos aqueles que morrem na graça de Cristo - tanto as que ainda devem ser purificadas com o fogo do
Purgatório, como as que são recebidas por Jesus no Paraíso logo que se separem
do corpo, como o Bom Ladrão - constituem o Povo de Deus
depois da morte, a qual será destruída por completo no dia da Ressurreição, em
que as almas se unirão com os seus corpos». Por seu turno, a S. Congregação
para a Doutrina da Fé, na carta de 17-5-79, declara: «A Igreja, ao expor a sua
doutrina sobre a sorte do homem depois da morte, exclui qualquer explicação com
que se tirasse o seu sentido à Assunção de Nossa Senhora, naquilo que esta tem
de único, ou seja, o fato de ser a glorificação que está destinada a todos os
outros eleitos».
Aclamação ao Evangelho
Monição: Maria é para nós modelo de todas as virtudes, de fé, de
obediência à vontade de Deus, de caridade para com os outros. Aprendamos com
Ela a viver o que Jesus nos diz em cada missa.
Evangelho
São Lucas 1, 39-56
Os exegetas descobrem neste relato uma série de
ressonâncias vétero-testamentárias, o que corresponde não apenas ao estilo do
hagiógrafo, mas sobretudo à sua intenção teológica de mostrar como na Mãe de
Jesus se cumprem as figuras do A.T.: Maria é a verdadeira e nova Arca da
Aliança (comparar Lc 1, 43 com 2 Sam 6, 9 e Lc
1, 56 com 2 Sam 6, 11) e a verdadeira salvadora do povo, qual nova
Judite (comparar Lc 1, 42 com Jdt 13, 18-19) e qual nova Ester
(Lc 1, 52 e Est 1 – 2).
39 «Uma cidade de Judá». A tradição diz que é Ain
Karem, uma povoação a 6 Km a Oeste da cidade nova de Jerusalém. De qualquer modo,
ficaria a uns quatro dias de viagem de Nazaré. Maria empreende a viagem movida
pela caridade e espírito de serviço. A «Mãe do meu Senhor» (v. 43) não
fica em casa à espera de que os Anjos e os homens venham servir a sua rainha; e
Ela mesma, que se chama «escrava do Senhor» (v. 38), «a sua humilde serva»
(v. 48), apressa-se em se fazer a criada da sua prima e de acudir em sua
ajuda. Ali permanece, provavelmente, até depois do nascimento de João, uma vez
que S. Lucas nos diz que «ficou junto de Isabel cerca de três meses».
42 «Bendita és Tu entre as mulheres». Superlativo
hebraico: a mais bendita de todas as mulheres.
43-44 «A Mãe do meu Senhor». As palavras de Isabel
são proféticas: o mexer-se do menino no seu seio (v. 41) não era casual, mas «exultou
de alegria» para também ele saudar o Messias e sua Mãe.
46 45 O cântico de Nossa Senhora, o Magnificat, é
um poema de extraordinária beleza poética e elevação religiosa. Dificilmente
poderiam ficar melhor expressos os sentimentos do coração da Virgem Maria – «a
mais humilde e a mais sublime das criaturas» (Dante,
Paraíso, 33, 2) –, em resposta à saudação mais elogiosa (vv. 42-45) que
jamais se viu em toda a Escritura. É como se Maria dissesse que não havia
motivo para uma tal felicitação: tudo se deve à benevolência, à misericórdia e
à onipotência de Deus. Sem qualquer referência ao Messias, refulge aqui a
alegria messiânica da sua Mãe num extraordinário hino de louvor e de
agradecimento. O cântico está todo entretecido de reminiscências bíblicas,
sobretudo do cântico de Ana (1 Sam 2, 1-10) e dos Salmos (35,9;
31, 8; 111, 9; 103, 17; 118, 15; 89, 11; 107, 9; 98, 3); cf. também Hab
3, 18; Gn 29, 32; 30, 13; Ez 21, 31; Si 10, 14; Mi
7, 20. Eis o comentário da Encíclica Redemptoris Mater, n.º 36: «Nestas
sublimes palavras… vislumbra-se a experiência pessoal de Maria, o êxtase do seu
coração; nelas resplandece um raio do mistério de Deus, a glória da sua
santidade inefável, o amor eterno que, como um dom irrevogável, entra na
história do homem».
Pistas para a homilia
Apareceu no céu um grande sinal
Em Cristo restituídos à vida
Fez em Mim maravilhas
Apareceu no céu um grande
sinal
Nós cristãos temos de ser contra
a guerra. E temos de lutar para que reine a paz neste mundo. Para isso temos de
travar uma guerra dentro de nós, contra os nossos defeitos, contra as nossas
más inclinações.
O demônio procura perder-nos,
afastando-nos de Deus e serve-se dessas más inclinações para nos enganar e
vencer.
Ao celebrar a festa da
Assunção de Nossa Senhora a Igreja põe-nos diante dos olhos o sinal de vitória
que Deus deu à Humanidade desde o princípio. «Porei inimizades entre ti e a
mulher – disse o Senhor à serpente – entre a tua descendência e
descendência dela. E esta te esmagará a cabeça» (Gen 3, 15)
«Um grande sinal surgiu no
Céu: uma mulher vestida de sol» (1.ª leit). Contra Ela nada pode o dragão enganador. Com
Ela poderemos vencer. Porque é nossa mãe e está revestida da onipotência
divina.
Temos de procurar sempre a
proteção desta mulher revestida da graça e do poder de Deus. Olhar para a
Virgem Santíssima, elevada ao Céu em corpo e alma, é avivar em nós a certeza da
vitória. Vamos rezar-Lhe mais. Estamos no Ano do Rosário. E ele é como que uma
corda que nos prende a Nossa Senhora e, por Ela, a Jesus. Assim subiremos
seguros como os alpinistas que escalam as altas montanhas.
Vamos olhar para Nossa
Senhora, aprender com Ela a viver a nossa vida cá na terra. Ela é para nós
modelo de vida e um modelo sempre atual em todas as épocas.
A assunção de Maria em corpo e
alma ao céu, fala-nos do respeito que merece o nosso corpo, também ele chamado
a participar da glória do Céu.
Como em outras épocas
passadas, vivemos um tempo de decadência da civilização, ligada com a
abundância de bens materiais. Como na antiga Roma, no tempo de Jesus,
difunde-se a corrupção e a imoralidade. É como que uma onda de lama que vai
invadindo o mundo e tudo destroi na sua frente. Entra-nos mesmo pela casa
dentro através da televisão. Querem convencer-nos que o corpo humano é um objeto
de prazer, que a sexualidade não tem regras, que é vivendo como animais que
somos felizes. Que tudo o que apetece se pode fazer, que não existe pecado
original.
Temos de reagir. O sexto e o
nono mandamentos continuam atuais e são o caminho seguro para nos respeitarmos
e respeitar os outros. São pecado grave as ações feias, sozinhos ou com outras
pessoas. A sexualidade é para usar apenas dentro do matrimônio e está orientada
para a transmissão da vida. Não é nenhum tabú, mas é algo de sagrado, ligado
com o poder de comunicar a vida, que só a Deus pertence.
E quando os homens não
respeitam as regras ensinadas por quem construiu a máquina maravilhosa do nosso
corpo, acabam por destruí-la. Como acontece com as sofisticadas máquinas
modernas. É o que vemos, em nosso tempo, com a epidemia da sida, que ameaça
destruir países inteiros. É o que acontecia, desde há séculos, com a sífilis e
outras doenças venéreas.
Em Cristo restituídos à vida
O nosso corpo é templo de Deus
e há de ressuscitar um dia, como nos lembra a segunda leitura. S Paulo escrevia
esta carta aos cristãos de Corinto, que viviam num mundo de imoralidade tão
grande como o de hoje. E lembra-lhes a certa altura: «Não sabeis que os
vossos corpos são membros de Cristo? Tomarei eu, pois, os membros de Cristo e
fá-los-ei membros duma prostituta?…O que comete imoralidade peca contra o
próprio corpo. Porventura não sabeis que o vosso corpo é templo do Espírito Santo
que habita em vós, que vos foi dado por Deus e que não vos pertenceis a vós
mesmos? Porque fostes comprados por grande preço! Glorificai pois a Deus no
vosso corpo» (1 Cor 6, 15-20).
A santa pureza leva-nos a
manter limpo o nosso coração, para podermos amar a Deus e poder contemplá-Lo
pela fé, aqui na terra e, depois, na glória do céu. «Bem aventurados os
puros de coração porque verão a Deus» (Mt 5, 8 ). Permite-nos amar
os outros de verdade. A todos os que precisam de nós. Mas também aquele ou
aquela que vai ser companheiro de toda a vida no matrimônio.
A melhor preparação para o
casamento continua a ser uma vida limpa. O coração tem de dar-se por inteiro. E
é apenas diante do altar de Deus que os noivos se dão um ao outro para sempre.
Os pais têm obrigação grave de
preparar os seus filhos para a vida, de lhes falar a tempo e horas dos
mistérios da vida. Essa é a educação sexual correta e necessária. E têm de os
prevenir para os perigos e ajudá-los a defender-se dos maus exemplos que reinam
à sua volta.
Devem educar os filhos na
castidade desde pequenos, ensinando-os a chamar os bois pelo nome, a chamar mal
ao que é mal e bem ao bem. A empregar os meios para vencer as tentações: a
oração, a fuga das ocasiões, a confissão freqüente e sincera, a ocupação dos
tempos livres.
«Oh! Como é bela uma geração
casta! (Sab
4, 1 )» – diz a Sagrada Escritura.
Todos temos de lutar pela vida
fora neste campo, em que Satanás tão facilmente nos pode enganar. «Com o
espírito de Deus, a castidade, longe de ser um peso incômodo e humilhante,
torna-se uma afirmação gozosa, porque o querer, o domínio e a vitória não são
dados pela carne nem vêm do instinto, mas procedem da vontade, sobretudo se
está unida à do Senhor…
Comparo esta virtude a umas
asas que nos permitem levar os mandamentos, a doutrina de Deus por todos os
ambientes da terra, sem receio de ficar enlameados. Essas asas, tal como as das
aves majestosas que sobem mais alto que as nuvens, pesam e pesam muito, mas se
faltassem não seria possível voar. Gravai isto na vossa mente, decididos a não
ceder quando sentirdes a garra da tentação, que se insinua apresentando a
pureza como uma carga insuportável. Ânimo! Subi até ao sol, em busca do amor»
(S. JOSEMARIA, Amigos de Deus, 177)
Muitas vezes teremos de pôr a
luta na guarda dos sentidos, na fuga das ocasiões de pecado, como são, hoje,
tantos dos divertimentos. E também na guarda do coração, evitando
familiaridades com pessoas de outro sexo, hoje tão em moda.
O nono mandamento diz-nos que
a luta começa nos pensamentos, nos desejos e na imaginação.
Vale a pena lutar mesmo quando
somos derrotados. Com a graça de Deus podemos vencer. O grande S. Bernardo, que
a Igreja recorda a 20 de Agosto, andava um dia a cavalgar com outros amigos
pelos montes. Perderam-se e tiveram de pedir dormida numa casa daquela região.
A dona pô-lo em quarto separado e, a meio da noite, apareceu-lhe no quarto com
intenções desonestas. Bernardo dando conta do perigo, começou a gritar:
ladrões, ladrões! A mulher pôs-se em fuga. No regresso os amigos galhofavam com
ele, que lhes respondeu: –Não se tratava de roubar-me o dinheiro mas algo muito
mais importante do que ele.
Fez em Mim maravilhas
Maria é a mulher maravilhosa .
«O Senhor fez em Mim maravilhas» (Ev.).
É o modelo que nos anima na luta.
Ao meditar os mistérios do Rosário vamos aprendendo com Ela a viver uma vida de
santidade em nosso dia a dia. João Paulo II falou-nos na Carta sobre o Rosário
deste aspecto tão importante da reza do terço. Aprendamos de cor os mistérios.
Procuremos meditá-los melhor. É a vida de Jesus que passa diante dos nossos
olhos, os mistérios da Sua vida que precisamos de conhecer e meditar e que dão
sentido à nossa vida.
Pela mão de Maria vamos
contemplando o rosto de Jesus. Com Ela vamos copiando a Sua Vida. Vamo-nos
animando a chegar ao céu, onde seremos glorificados um dia, como Nossa Senhora.
João Paulo II é para nós
exemplo deste amor a Maria. O seu lema é Totus tuus, todo de Maria. Que
neste ano do Rosário saibamos tornar-nos mais de Maria para ser mais de Jesus,
para nos deixarmos guiar em tudo pelo Seu Espírito, para vivermos essa vida de
santidade a que somos chamados. Num mundo em que tantas coisas querem
obrigar-nos a pensar e viver de outra maneira e em que Satanás continua a
trabalhar, talvez mais que em outras épocas. Com a Virgem Imaculada, que do céu
nos anima e apóia, venceremos nesta luta.
Fala o Santo Padre
«Maria é o primeiro fruto da Misericórdia Divina.»
1. A solenidade da Assunção de Maria ao céu em corpo e alma recorda-nos, no
centro da estação do Verão, qual é a nossa habitação verdadeira e definitiva:
o Paraíso. Como realça a Carta aos Hebreus, "não temos aqui cidade
permanente, mas vamos em busca da futura" (13, 14). No mistério, que hoje
contemplamos, revela-se claramente o destino de toda a criatura humana: isto é,
a vitória sobre a morte, para viver eternamente com Deus. Maria é a mulher
perfeita na qual se realiza desde agora o desígnio divino, como antecipação da
nossa ressurreição. É o primeiro fruto da Misericórdia Divina, porque
foi a primeira a participar do pacto salvífico aprovado e realizado plenamente
em Cristo, morto e ressuscitado por nós.
2. "Feliz daquela que acreditou que teriam cumprimento as coisas que
lhe foram ditas da parte do Senhor" (Lc 1, 45). Estas palavras
aplicam-se bem a Maria, a Virgem do fiat, que com a sua total
disponibilidade abriu as portas ao Salvador do mundo. Foi grande e heróica a
obediência da sua fé; foi precisamente através desta fé que Maria se uniu
perfeitamente a Cristo, na morte e na glória. Olhando para ela fortalece-se em
nós a fé no que esperamos, e, ao mesmo tempo, compreendemos melhor o sentido e
o valor da peregrinação nesta terra.
3. Ó Maria, Mãe da esperança, fortalecidos pela tua ajuda não receamos
obstáculos nem dificuldades; não nos desencorajam nem a canseira nem
os sofrimentos, porque tu nos acompanhas no caminho da vida e, do Céu,
vigias sobre todos os teus filhos, enchendo-os de graças. Confiamos-te o
destino dos povos e a missão da Igreja.
[...]
João Paulo II, Vaticano a 15 de Agosto de
2002
Oração Universal
Irmãos,
como a Virgem em Caná da Galileia,
vamos
apresentar a Jesus os nossos pedidos,
para
que Ele os faça chegar ao Pai:
1. Pela Santa Igreja de Deus,
para que
continue a espalhar no mundo
generosamente
a mensagem de Jesus,
que a
todos chama à santidade,
oremos
irmãos.
2. Pelo Santo Padre,
para que o
Senhor encha de frutos os seus trabalhos e sacrifícios
e para que
todos escutem com atenção os seus ensinamentos,
oremos
irmãos.
3. Pelos bispos, sacerdotes e diáconos,
para que
sejam modelos e arautos do amor à Virgem toda santa,
que é
caminho que leva a Jesus,
oremos
irmãos.
4. Pelos migrantes,
espalhados
pelos quatro cantos da nossa cidade,
para que
Deus abençoe os seus trabalhos em busca da melhoria de suas vidas
e faça
deles testemunhas da fé e do amor a Nossa Senhora,
oremos
irmãos.
5. Por todos os cristãos,
para que
vivam intensamente este Ano do Rosário
e todas as
paróquias se tornem,
com Maria,
escolas de oração
oremos
irmãos.
6. Pelos jovens,
para que
saibam dizer sim corajosamente a uma vida de pureza
e heroísmo
no seguimento de Cristo,
apoiados
numa forte devoção à Virgem Imaculada,
oremos
irmãos.
Senhor,
que nos reunistes numa só família, a Santa Igreja, para vivermos como Vossos
filhos aqui na terra, fazei saibamos amar-Vos cada vez mais, animados pela
Virgem elevada ao Céu em corpo e alma. Por N.S.J.C. Vosso Filho, que conVosco
vive e reina na unidade do Espírito Santo.
Liturgia Eucarística
Monição da Comunhão
Para acolher a Jesus, procuremos
parecer-nos com a Virgem na Sua fé e na Sua pureza imaculada.
Ritos Finais
Monição final
Vamos olhar para a Virgem,
aprender com Ela. E caminhar, como as crianças pequenas, bem agarrados à Sua
mão materna.