O BEATO JOSEMARÍA ESCRIVÁ E O AMOR AO MUNDO

(Revista celebração litúrgica outubro/novembro de 2002)

 

 

Javier Echevarría

Prelado do Opus Dei

 

 

Para o próximo dia 6 de Outubro, está marcada pelo Papa João Paulo II a canonização do Beato Josemaría Escrivá, Fundador do Opus Dei, na Praça de São Pedro (Roma). Pioneiro no nosso tempo da chamada à santidade no meio do mundo, temos o gosto de oferecer aos leitores um excerto da conferência pronunciada pelo actual Prelado do Opus Dei no Simpósio “Testemunhas do séc. XX, Mestres para o séc. XXI”,  organizado pela Academia Eclesiástica de Sevilha, em 8 de Abril passado.

 

O Fundador do Opus Dei foi canonizado pelo Santo Padre, o Papa João Paulo II em 06 de outubro de 2002.

 

 

A chamada à santidade e o amor apaixonado ao mundo

 

«Repara bem – escreve o Beato Josemaría no livro Forja – há muitos homens e mulheres no mundo, e nem a um só deles o Mestre deixa de chamar». «Chama-os – acrescenta a seguir – a uma vida cristã, a uma vida de santidade, a uma vida de eleição, a uma vida eterna»[1][1]. O Fundador do Opus Dei dedicou toda a sua existência, desde aquele 2 de Outubro de 1928 em que Deus lhe fez ver a sua Vontade, a difundir esta boa, sugestiva e real notícia[2][2]. Difundiu-a com a sua palavra e com os seus escritos. E, sobretudo, promovendo decisões cristãs, porque sempre desejou que essa mensagem se transmitisse como que por contágio, mediante o testemunho daqueles que, esforçando-se por santificar a própria conduta, mostram que todas as vidas podem ser santificadas.

É missão da Igreja – afirma o Santo Padre na Novo millennio ineunte –, «reflectir a luz de Cristo em cada época da história, e por conseguinte fazer resplandecer o Seu rosto também diante das gerações do novo milénio»[3][3]. E levá-lo a cabo, acrescenta, através de todos e de cada um dos cristãos, já que «os homens do nosso tempo, talvez sem se darem conta, pedem aos crentes de hoje não só que lhes «falem» de Cristo, mas também que de certa forma lho façam 'ver'». E procuram comtemplá-lo de forma concreta, através das atitudes dos que passam a  seu lado. Precisamente por isso, a chamada universal à santidade constitui  uma mensagem – sempre actual – de esperança para o mundo.

Deus não quis conformar-se a esperar que os homens chegassem ao fim da passagem pela terra para se encontrarem com Ele, mas desceu até nós para nos procurar aí mesmo onde estamos. Procedeu assim assumindo um corpo, a natureza humana, no seio da Virgem Maria e enfrentando todas as consequências de uma existência igual à nossa, até ao cume da entrega suprema da Cruz. E, ao longo da história, quer proceder assim, também através dos cristãos: as suas vidas devem ser um espelho em que os outros, seus irmãos, possam descobrir o rosto do Senhor.

Como os discípulos de Emaús, também hoje muitas pessoas caminham sem rumo e sem destino, cristãos que se deixam dominar pela desilusão ante a aparente derrota de Cristo. Mas Cristo não se afastou da humanidade: continua presente e sai ao seu encontro. Vem até nós pela acção do Espírito Santo, que move os corações. Aproxima-se de nós mediante os sacramentos e a pregação da Igreja, ou servindo-se do ímpeto dos cristãos, do seu exemplo, da sua alegria e esperança. Os cristãos coerentes mostram ao mundo que a ausência de Deus ou a derrota de Cristo não passam de mera aparência. Cristo venceu. O pecado e a morte já não têm um poder pleno sobre o homem. Não desapareceram totalmente e, às vezes, a sua acção parece, para alguns, universal e desmedida. Mas o amor de Deus Pai, a força de Cristo, a graça do Espírito Santo constituem, e hão-de constituir sempre, a força última e definitiva da história, e o norte que inspira a verdadeira existência da criatura humana.

Essa convicção profunda, essa fé, é o que diferencia o cristão, que sabe fundamentar a sua alegria inclusivamente na dor, o seu optimismo na aflição, a sua perseverança através da dificuldade. A mensagem da chamada universal à santidade apela a uma reevangelização que alcance a todos, porque a todos o Bom Deus convoca como protagonistas. É eloquente que o Santo Padre tenha  feito da santidade «o fundamento da programação pastoral que nos ocupa no início do novo milénio»[4][4]. E que tenha sublinhado com clareza que, ao fazê-lo, agiu em virtude de uma decisão profundamente amadurecida, com consciência da sua eficácia prática: «colocar a programação pastoral sob o signo da santidade é uma opção carregada de consequências. Significa exprimir a convicção de que, se o Baptismo é um verdadeiro ingresso na santidade de Deus através da inserção em Cristo e da inhabitação do seu Espírito, seria um contra-senso contentar-se com uma vida medíocre, pautada por uma ética minimalista e uma religiosidade superficial. Perguntar a um catecúmeno 'Queres receber o Baptismo?', significa ao mesmo tempo perguntar-lhe 'Queres ser santo?'. Significa colocar na sua estrada o radicalismo do Sermão da Montanha: 'Sede perfeitos, como é perfeito vosso Pai celeste' (Mt 5, 48)»[5][5].

O Beato Josemaría relembrou a chamada divina a ser santos e a importância de actuar a essa luz, e traçou um caminho para o conseguir. Concretamente, a afirmação dessa chamada universal, tal como a pregou o Fundador do Opus Dei, está intimamente unida à afirmação do valor das realidades seculares e, consequentemente, do mundo como âmbito em que o homem actua, como realidade com que constrói a santidade[6][6]. A sua pregação, a sua acção apostólica e sacerdotal não se centraram apenas em afirmar que os cristãos correntes podem ser santos, mas em mostrar que a vida corrente e ordinária, a de cada homem, a de cada mulher, contém matéria abundante para a identificação com Cristo. O mundo «é, não só o âmbito em que o homem vive, mas também meio e caminho de santidade, realidade santificável e santificadora»[7][7].

Esta doutrina opõe-se tanto ao naturalismo como ao espiritualismo desencarnado. De facto, o naturalismo, ao reivindicar a autonomia do mundo na relação com Deus e, em última instância, ao apresentar o universo, a natureza, como a única coisa existente, propõe um materialismo fechado ao espírito. O espiritualismo, pelo seu lado, ao conceber o espírito como uma realidade por completo alheada da matéria – mais ainda, oposta –, conduz a uma espiritualidade fechada não só ao material, como à história. Com palavras do Beato Josemaría, o espiritualismo considera «a existência cristã como algo exclusivamente espiritual – espiritualista, quero dizer –, próprio de gente pura, extraordinária, que não se mistura com as coisas desprezíveis deste mundo, ou que, quando muito, as tolera como realidade necessariamente justaposta ao espírito, enquanto aqui vivemos»[8][8]. Se o materialismo confina o homem ao mundo e rejeita toda a abertura a Deus, o espiritualismo incentiva-o a isolar-se do mundo para poder ter esse encontro. Por um ou por outro fica excluída a relação entre o mundo, o homem e Deus.

O espiritualismo pretende conceber o homem partindo de um Deus que só se relaciona tangencialmente com o mundo, uma vez que todo o relacionamento com o Criador se dá numa interioridade alheada do quotidiano. Por isso, acaba por levar ao afastamento do concreto, à desvalorização das realidades temporais, ao distanciamento da história, à clausura num mundo supostamente puro e não contaminado. Como escrevia o Beato Josemaría, «o templo converte-se no lugar por excelência da vida cristã; e ser cristão, nesse caso, consiste em ir ao templo, participar em cerimónias sagradas, incrustar-se numa sociologia eclesiástica, numa espécie de mundo segregado, que se apresenta a si mesmo como a antecâmara do Céu, enquanto o mundo segue o seu próprio caminho»[9][9].

O naturalismo ambiciona compreender o homem partindo de um mundo autónomo em que Deus não se deve intrometer, onde não tem nada a fazer. A resposta a esta visão equivocada não pode vir de outra visão que leve a pensar erradamente que o cristão, cada cristão, se deve afastar do mundo para dialogar com Deus. É verdade que, a algumas pessoas, Deus chama-as para se afastarem das actividades terrenas, e mesmo para centrarem as suas vidas no interior dos muros de um mosteiro. Mas, nem sequer nesse caso, o mundo é negado ou anulado. Aqueles que receberam essa vocação não interrompem a sua influência no mundo; mais ainda, sabem-se convidados por Cristo a contribuir para a salvação da criação com a sua entrega e com a sua oração. Já o cristão corrente, enviado por Deus para se santificar no meio da rua e do conjunto das actividades terrenas, compreende que o lugar onde está e as tarefas que realiza, fazem parte – e parte importante, como gostava de repetir o Fundador do Opus Dei – da sua vocação.

Todos os cristãos devem amar esta nossa terra, criada por Deus e, por isso, dotada de bondade. O cristão deve amar especialmente o mundo, e quanto o mundo tem de nobre (trabalho profissional, ocupações familiares, relações sociais...), por serem elementos essenciais da sua vida como homem e como cristão, e lugar da sua relação com Deus, para o cumprimento da sua missão. O Beato Josemaría dizia com veemência: «Meus filhos: onde estiverem os vossos irmãos, os homens, onde estiverem as vossas aspirações, o vosso trabalho, os vossos amores, aí está o sítio do vosso encontro quotidiano com Cristo. É no meio das coisas mais materiais da terra que devemos santificar-nos, servindo a Deus e a todos os homens»[10][10].

O mundo – «ou seja, a inteira família humana, com todas as realidades no meio das quais vive»[11][11] – constitui para os cristãos o âmbito e a matéria com que edificam a sua santidade e a dos outros. Os filhos de Deus, conscientes de tão bondosa eleição, amam o mundo com a consciência de que está na medula da sua relação com Deus. Para o fiel leigo, isso implica a sua vocação, amar plenamente o lugar em que Deus o colocou para O procurar e servir. «Sede homens e mulheres do mundo – escreveu o Beato Josemaría num ponto de Caminho –, mas não sejais homens e mulheres mundanos»[12][12]. Sede homens e mulheres – podemos parafrasear – que amam o mundo, porque pertenceis a essa realidade, porque lhe experimentais a riqueza e o valor e, sobretudo, porque o reconheceis como matéria vinda de Deus e querida por Ele. Por isso, sabeis apreciá-la com toda a profundidade, conscientes de que a referência a Deus não a desnaturaliza nem a destrói, mas pelo contrário a edifica e aperfeiçoa.

 

O mundo, lugar de encontro com Deus

 

«Devemos amar o mundo, o trabalho, as realidades humanas. Porque o mundo é bom»[13][13]. Mas onde se enraíza essa bondade, que pede o nosso amor?

Esta bondade nasce de uma profunda compreensão de verdades centrais do dogma cristão. «Constantemente o tenho ensinado com palavras da Sagrada Escritura: o mundo não é mau, porque saiu das mãos de Deus, porque é criatura Sua, porque Javé olhou para ele e viu que era bom (cf. Gen 1, 7 ss)»[14][14]. Portanto, o próprio Deus, não o homem, declara a bondade do mundo, porque Ele torna a criação uma realidade boa. Estritamente falando, deve dizer-se que Deus não ama o mundo porque ele seja bom, mas o mundo é bom porque Deus o ama, a bondade do mundo está vinculada à sua referência a Deus. Por outro lado, o pecado do homem, ainda que possa desfeá-lo, é sempre incapaz de arrancar totalmente do mundo a sua bondade de criatura de Deus. Por isso, este mundo concreto afectado malignamente pelo pecado, pode ser regenerado, devolvido à sua bondade original. Ouçamos de novo o Beato Josemaría, completando a citação anterior: «Devemos amar o mundo, o trabalho, as realidades humanas. Porque o mundo é bom. Foi o pecado de Adão que desfez a harmonia da criação. Mas Deus enviou o seu Filho unigénito para restabelecer a paz, para que nós, tornados filhos de adopção, pudéssemos libertar a criação da desordem e reconciliar todas as coisas com Deus»[15][15].

Deus transcende a criação, mas «precisamente por ser transcendente pelo seu ser, Deus pode ser imanente pela sua acção»[16][16]. Com palavras do Catecismo da Igreja Católica: precisamente «porque Ele é o Criador soberano e livre, causa primeira de tudo quanto existe, está presente no mais íntimo das suas criaturas»[17][17]. Ao criar o mundo, Deus não o lança no vazio nem se desinteressa depois: não está longe, nem o deixa por sua conta, como faz um relojoeiro depois de montar as peças do relógio. Deus mantém-se muito perto, continua a conceder o ser e a vida a tudo quanto existe, de modo que, como diz São Paulo, «n’Ele vivemos, nos movemos e existimos»[18][18]. Só essa íntima e misteriosa presença, vinculada ao acto criador – e mais forte que o pecado dos homens – constitui o fundamento da bondade da criação.

«Ficai a sabê-lo – insistiu o Beato Josemaría –: escondido nas situações mais comuns, há algo de santo, de divino, que vos cabe a cada um de vós descobrir»[19][19]. Na nossa luta diária estamos chamados a descobrir o amor de Deus por nós, a detectar os Seus avisos, percebendo que nos convida a corresponder à Sua perfeita caridade, não apenas com pensamentos e desejos, mas com obras. É essa caridade divina que leva Deus a confiar-nos o mundo como herança – «todas as coisas são vossas», afirma o Apóstolo dos Gentios[20][20] – e, só ao tomar consciência desse dom, advertimos todas as implicações de como viver e trabalhar com rectidão, de como santificar quanto somos e quanto nos rodeia.

Com a força e a convicção de São Paulo, devemos recordar aos homens do nosso tempo que «o que se pode conhecer de Deus é-lhes manifesto, pois Deus lho manifestou. De facto, as coisas invisíveis d’Ele, isto é, o Seu poder eterno e a Sua divindade, depois da criação do mundo, compreendendo-se pelas coisas feitas, tornaram-se visíveis»[21][21]. «O firmamento – comenta Santo Atanásio –, mediante a sua magnificência, a sua beleza, é um pregador prestigioso do seu artífice, cuja eloquência enche o universo»[22][22]. «O silêncio dos céus – glosa São João Crisóstomo – é uma voz mais poderosa que uma trombeta: essa voz grita aos nossos olhos e não aos nossos ouvidos a grandeza d’Aquele que os fez»[23][23]. De grande profundidade e consolação para nós é a afirmação de João Paulo II, quando nos leva a «ler, nas coisas visíveis, a mensagem do Deus invisível que as criou»[24][24]. «Deus fala-nos no silêncio da oração e no rumor do mundo»[25][25], afirma por sua vez o Beato Josemaría, com uma frase que alude não só à beleza do universo material, mas ao devir da história que o homem forja com a sua liberdade. No homem e no seu livre actuar há, com efeito, uma bondade natural superior à de qualquer outra criatura deste mundo, e uma abertura ao dom da vida sobrenatural[26][26].

Deus mostra o Seu rosto através do mundo que contemplamos. Esta é a última razão de que a criação se nos apresente como algo verdadeiro, bom e belo. Descobrimos isso no espectáculo da natureza, na imensidade dos espaços ilimitados que nos circundam. E também na história humana, onde irrompe, sem dúvida, o pecado, mas também – e com mais vigor – a grandeza do espírito humano e, em grau eminente, o amor de um Deus que, sendo Pai  todo-poderoso, até do mal tira o bem[27][27].

A criação remete-nos para uma presença que vai mais além do que observamos: fala-nos de Deus; constitui, por isso, através de um claro-escuro e, por vezes, através de quase um véu de trevas, uma certa revelação do Deus que a originou e a mantém na existência: o Verbo eterno é «a Palavra de Deus, na qual está contido o sentido do mundo, a sua verdade»[28][28]. Neste contexto, aludir a uma «sacramentalidade do mundo» – como faz João Paulo II[29][29] – é reconhecer a presença do mistério de Deus que sai à procura do homem. Como é óbvio, o termo «sacramento» pode aplicar-se à criação só de um modo análogo ao usado para nos referirmos aos sete sacramentos, nos quais – de modos diversos – se revela e actua a força salvadora de Cristo pelo Espírito Santo. Mas o encontro com Deus através do mundo prepara-nos para o novo e sobrenatural encontro com Ele nos sacramentos, que nos facultam a possibilidade de ver e amar a Deus nas actividades de cada dia como filhos no Filho pelo Espírito Santo.

O Beato Josemaría ao animar a materializar a vida espiritual, a descobrir Deus no mais material e corrente, anunciava: «Não vedes que cada sacramento é o amor de Deus, com toda a sua força criadora e redentora, que se nos dá servindo-se de meios materiais? Que é esta Eucaristia – já iminente – senão o Corpo e o Sangue adoráveis do nosso Redentor, que Se nos oferece através da humilde matéria deste mundo – vinho e pão –, através dos elementos da natureza cultivados pelo homem(...)?»[30][30].

 

 

 



[1][1]  Beato Josemaría Escrivá, Forja, n. 13.

[2][2]  Para os aspectos biográficos, cfr. A. Vazquez de Prada, Josemaría Escrivá – Fundador do Opus Dei, vol. 1, Verbo, Lisboa 2000, especialmente pp. 231-299. Ver também J. L. Illanes, Dos de octubre de 1928: alcance y significado de una fecha, em AA.VV., “Mons. Josemaría Escrivá de Balaguer y el Opus Dei”, EUNSA, Pamplona, 2.ª ed. 1985, especialmente pp. 96-101.

[3][3] João Paulo II, Carta apost. Novo millennio ineunte, n. 16.

[4][4] Ibidem, n. 31.

[5][5] Ibidem. Sobre a santidade como participação da pessoa criada na santidade incriada de Deus e como perfeição da pessoa, cfr. L. Scheffczyk, La santidad de Dios, fin e forma de la vida cristiana, em «Scripta Theologica» 11 (1979), pp. 1021-1036.

[6][6] Cfr. A. Del Portillo, Una vida para Dios: reflexiones em torno a la figura de Josemaría Escrivá de Balaguer, Madrid 1992, pp. 69-73.

[7][7] Beato Josemaría Escrivá, Cristo que passa, n. 47.

[8][8] Beato Josemaría Escrivá, Amar o mundo apaixonadamente, em Temas actuais do cristianismo, n. 113.

[9][9] Ibidem.

[10][10] Ibidem.

[11][11] Conc. Vaticano II, Const. Past. Gaudium et spes, n. 2.

[12][12] Beato Josemaría Escrivá, Caminho, n. 939.

[13][13] Beato Josemaría Escrivá, Cristo que passa, n. 112.

[14][14] Beato Josemaría Escrivá, Amar o mundo apaixonadamente, em Temas actuais do cristianismo, n. 114.

[15][15] Beato Josemaría Escrivá, Cristo que passa, n. 112.

[16][16] A. Forest, La structure métaphisique du concret, J. Vrin, Paris, 2.ª ed., 1956, p. 329.

[17][17] Catecismo da Igreja Católica, n. 300.

[18][18] Act 17, 28.

[19][19] Beato Josemaría Escrivá, Amar o mundo apixonadamente, em Temas actuais do cristianismo, n. 114.

[20][20] 1 Cor 3, 21.

[21][21] Rom 1, 19-20.

[22][22] Santo Atanásio, Expositiones in Psalmos, XVIII (PG, 27, 124).

[23][23] São João Crisóstomo, Ad populum antiochenum, hom. IX (PG 49, 105).

[24][24] João Paulo II, Enc. Centesimus annus, 1-V-1991, n. 37.

[25][25] Beato Josemaría Escrivá, Temas actuais do cristianismo, n. 62.

[26][26] Sobre os ensinamentos do Beato Josemaría acerca da liberdade, cfr. El primado existencial de la libertad, em AA.VV., “Mons. Josemaría Escrivá de Balaguer y el Opus Dei”, cit., pp. 341-356. Ver também A. Llano, La libertad radical. Homenaje al Beato Josemaría Escrivá de Balaguer, em “Discursos en la Universidad”, Pamplona 2001, pp. 95-104.

[27][27] Cfr. Rom 8, 28.

[28][28] J. Ratzinger, Teoría de los principios teológicos, Herder, Barcelona 1985, p. 406.

[29][29] «No homem criado à imagem de Deus revelou-se, em certo sentido, a sacramentalidade do mundo» (João Paulo II, Audiência geral, 20-II-1980, n. 5).

[30][30] Beato Josemaría Escrivá, Amar o mundo apaixonadamente, em Temas actuais do cristianismo, n. 115.