PASTORAL DA ACOLHIDA (PA)DENTRO DO  PRNM

 

 

A secretária e o secretário paroquial assumindo a missão de agente de pastoral dentro do Projeto Rumo ao Novo Milênio.

 

MELHORE A AÇÃO EVANGELIZADORA DE SUA COMUNIDADE com a assessoria própria de um agente da Pastoral da Acolhida (PA),  procurando a boa comunicabilidade, habilidade de relacionamento interpessoal e o desembaraço na utilização dos recursos técnicos para o melhor desenvolvimento de seu trabalho.

 

            DESCUBRA UMA IDENTIDADE NOVA EM SEU TRABALHO NA SECRETARIA PAROQUIAL. É necessário entender o que significa o “Projeto Rumo ao Novo Milênio” e inserir-se neste esforço que toda a Igreja no Brasil faz para uma nova evangelização inculturada, comprometida com os sonhos do homem e da mulher de hoje. A comunidade tem novas expectativas sobre o seu trabalho de plantão paroquial. O seu atendimento tem significado novo para a presença da Igreja na sociedade – é um ministério missionário.

 

            GARANTA A SUA ATUAÇÃO COMO AGENTE DA PA assumindo, com alegria e generosidade, desafios novos da evangelização. Por isso, é necessário conhecer, cada vez melhor, a realidade da Igreja e da sociedade e, ao mesmo tempo, conhecer as características e os serviços de sua paróquia. Prepare-se tecnicamente para agilizar os trabalhos de seu dia-a-dia: informática, arquivos modernos e novas formas de organizar as anotações para se comunicar com as várias pastorais e movimentos de sua comunidade. A PA não é passiva; é uma assessoria de todas as pastorais da paróquia e a todas as pessoas da comunidade.

 

NOVO PAPEL DA PA

 

            Na Igreja – povo de Deus – cada vez mais cresce a necessidade de chamar a todos como corresponsáveis pela missão de evangelizar.

            O Projeto Rumo ao Novo Milênio é uma resposta da Igreja do Brasil ao convite do Papa João Paulo II para preparar o Jubileu do Mistério de Cristo – ano 2000. O centro deste projeto está na revalorização da missão dos leigos. Na Igreja, no terceiro milênio, o leigo não pode ser tratado como “ajudante” do padre ou como pessoa que só é chamada para desenvolver certas funções ou operações conforme os superiores “mandam”.

Todos somos Igreja! Todos somos responsáveis!

            Esta valorização da corresponsabilidade exige uma nova posição também do secretário e da secretária paroquial. Passa de uma função operacional, com tarefas limitadas para uma missão corresponsável pela evangelização.

 

AGENTE DA PA – O QUE SIGNIFICA?

 

            Quando a comunidade reconhece que um de seus membros é agente da pastoral  é porque a comunidade percebe que ele é responsável por uma parte da missão pastoral da própria comunidade. O agente da pastoral procura ter habilidade para exercer a sua missão que pode ser liturgia, catequese ou liderança de grupo. O mesmo deve acontecer com o agente da PA.

            Quais são as habilidades necessárias para o agente da PA em determinada comunidade?

            Para cada circunstância teremos respostas diferentes. Além das habilidades cada vez mais desafiadoras da própria rotina para o bom atendimento à comunidade, existe, também, o papel empreendedor do agente da PA.

            A atenção generosa que coloca para perceber as necessidades do dia-a-dia fará que a sua atuação sempre se renove, não se acomode à rotina burocrática.

            Reconheça os horizontes amplos que se abrem para você, agente da PA.

 

 

 

 

VALORIZANDO O TRABALHO EM MUTIRÃO

 

            Todos reconhecemos o valor do trabalho em equipe. Quando há um bom relacionamento na comunidade paroquial, os poucos recursos disponíveis rendem e tudo pode dar certo.

            O agente da PA, em seu trabalho na secretaria paroquial pode colaborar muito para a vida de comunhão da comunidade.

            O agente da PA deve estar preparado para trabalhar com pessoas diferentes, deve ajudar na inte-relação com os coordenadores das atividades da paróquia e auxiliar também na relação da paróquia com o povo em geral. É preciso preparar-se para esta missão, pois o testemunho da fé acontece a partir da vivência da comunidade. O agente da PA é um facilitador das relações interpessoais da comunidade.

            No atendimento ao público, ao levar e trazer informações da comunidade, o agente da PA deverá apresentar maturidade emocional que transmita segurança e facilite o sucesso do trabalho da comunidade.

            Por estar bem informado e por compreender  bem o projeto de evangelização da sua comunidade, o(a) secretário(a) paroquial tem maior autonomia e, portanto, maior responsabilidade.

A missão do agente da PA não se reduz a preencher e repetir informações. Ele faz acontecer o trabalho em equipe, potencializa os recursos da comunidade, aumenta a capacidade evangelizadora da paróquia.

 

 

 

            O TRABALHO DA(O) SECRETÁRIA(O) E O PÁROCO

 

 

            O agente da PA deve coordenar o próprio trabalho a partir do claro entendimento das prioridades estabelecidas pelo Conselho de Pastoral Paroquial (CPP). Caso estas prioridades não estejam claras, é hora de ajudar nesta seleção de metas e projetos da comunidade, oferecer informações e sugestões que ajudem a paróquia a se posicionar com clareza diante da comunidade.

            Por exemplo, o agente da PA deve estar bem preparado a ponto de saber como e quando exigir ou dispensar a cobrança de uma taxa, aceitar ou não, naquele momento, a inscrição para um sacramento. Não é só uma aplicação de normas. O agente será responsável por decisões tomadas corresponsavelmente. Por isso, deve conhecer os processos e contribuir em toda a ação evangelizadora da paróquia.

            O trabalho da(o) secretária(o) pode ajudar também no momento em que um grande evento (por ex.: festa do padroeiro) absorve toda a atenção de todos. Neste momento, é o agente da PA que mantém viva a lembrança de tantos projetos paralelos e compromissos de rotina que não podem ser esquecidos.

            O perfil do novo agente da PA exige mais autonomia. Por isso deve ter mais preparo e mais coragem.

            O agente da PA pode ajudar o pároco e os coordenadores a priorizarem as tarefas e os projetos de acordo com o contato direto e privilegiado que mantêm com a comunidade.

            O agente da PA pode ajudar o pároco e os coordenadores a dizerem “não”, deixando claro para a comunidade, a coerência e as prioridades que foram construídas por todos.

            A PA é uma atitude de serviço como propôs Jesus na última ceia. Estamos redescobrindo a dignidade, amplitude desta missão de comunicação e comunhão. Em cada paróquia, você, secretária(o) paroquial, tem uma missão muito especial!

 

 

 

Pe. Benedito Spinosa, sdb

 

Assessor nacional - CNBB

 

 

 

 

JÁ NO NOVO MILÊNIO , NOSSO TRABALHO NAS SECRETARIAS DAS IGREJAS

 

 

            Como continuar a viver o Jubileu?

 

            Acolher Cristo, agradar a Deus, celebrar o Jubileu... tudo isso tem dois aspectos:

 

-          por um lado, olhar para Cristo de modo renovado e deixar que a riqueza de sua luz ilumine o nosso tempo;

 

-          por outro lado, olhar para nós, para nossas atitudes com Deus, com o próximo, com a natureza e fazer que, à luz de Cristo, reconheçamos nossos pecados e omissões e testemunhemos, com novo ardor, a nossa fé.” (Rumo ao Novo Milênio, Ed. Paulinas, 9).

 

      Este olhar para o próximo requer que tenhamos maior atenção ao relacionamento interpessoal, que brota, particularmente, no atendimento às pessoas nas secretarias de nossas igrejas.

      No nosso trabalho em equipe este relacionamento interpessoal ditará, com toda a certeza, o sucesso ou fracasso das nossas atividades. Exige um código de ética que devemos levar em conta:

 

1.        A conquista do próprio espaço depende da capacidade e da oportunidade de cada um.

 

2.        Cada agente de pastoral faz parte de uma engrenagem, na qual cada peça é responsável pelas demais.

 

3.        A fofoca, difamação do outro, gera o próprio descrédito.

 

4.        Erros são comuns no ser humano, e jamais devem ser comentados em público ou na ausência da pessoa alvo dos comentários.

 

5.        Ridicularizar as pessoas é atestado de insegurança.

 

6.        O voto de confiança deve ser a base de toda ação, até provar em contrário.

 

7.        A supervalorização do próprio trabalho leva ao desconhecimento do valor da equipe.

 

8.        O mérito, a dedicação e a iniciativa dos outros devem ser sempre ressaltados. Servem como estímulos.

 

9.        Estimule o espírito de equipe. Evite “panelinhas”.

 

10.     Não se canse de dizer “obrigada” e “desculpe”.

 “O trabalho em equipe será muito mais fácil se cada um tiver a boa vontade e a humildade necessárias para ver no outro, não um rival, mas alguém como si próprio, com possibilidades e limitações, cheio de expectativas e com grandes medos, detentor da maior esperança e vivendo a insegurança. Haveria, então, a certeza do “eu” e do “tu” formarem o “nós” amigo e batalhador, numa conquista séria e digna, de acordo com a capacidade demonstrada individualmente, a partir do que é esperado de cada equipe de trabalho”, . (“Profissão: Secretária” – Marly Mendes Ribeiro – Edit. Ortiz, 1990). Assim sendo, também poderá acontecer em  cada pastoral paroquial.

 

 

Você, agente da PA, leve em conta estes mandamentos.  Eles muito o(a) ajudarão  junto ao seu trabalho com as equipes paroquiais:

 

 

Dez mandamentos das Relações Humanas

 

1.        FALE com as pessoas.

Nada há tão agradável e animado quanto uma palavra de saudação, particularmente hoje, que tanto precisamos de sorrisos amáveis.

 

2.        SORRIA para as pessoas.

Um sorriso não custa nada para quem o dá e faz um grande bem a quem o recebe. O sorriso dura um instante, mas suas conseqüências podem durar uma eternidade.

 

3.        CHAME as pessoas pelo nome.

A música mais suave para muitos ainda é ouvir o próprio nome.

 

4.        SEJA AMIGO e prestativo.

Quem não o é, não faz nem conserva amigos.

Se você quiser ter amigos, seja amigo.

 

5.        SEJA CORDIAL E SIMPLES

Coloque o coração em primeiro lugar.

Fale e aja com toda sinceridade: tudo o que você fizer, faça-o com todo o prazer.

 

6.        INTERESSE-SE sinceramente pelos outros.

Lembre-se que você sabe o que sabe, porém não sabe o que os outros sabem. Seja, sinceramente, interessado pelos outros.

 

7.        Seja GENEROSO em elogiar, cauteloso em criticar.

Saiba encorajar, dar confiança, elevar os outros. Cale-se quando você notar que alguém errou.

 

8.        Saiba CONSIDERAR OS SENTIMENTOS dos outros.

Existem três lados numa controvérsia: o seu, o do outro, e o lado de quem está certo.

 

9.        RESPEITE A OPINIÃO DOS OUTROS

Ouça, aprenda. Não procure impor suas idéias.

 

10.      SEJA DISPONÍVEL

Ajude com alegria que precisa de seus préstimos. O que vale na vida é aquilo que fazemos pelos outros.

 

11.     FAÇA TUDO DA MELHOR MANEIRA.

Servir bem é o verdadeiro sentido da vida.

 

 

 

TODA AMIZADE VERDADEIRA LEVA AO ENCONTRO COM DEUS.

 

NENHUMA AMIZADE HUMANA DURA,

 

SE DEUS NÃO ESTIVER PRESENTE!

 

 

 

 

 

            Agora, veja cinco razões pelas quais o seu procedimento poderá estar afastando as pessoas das equipes paroquiais, da sua comunidade:

 

 

 

1.        A estrela em potencial

 

Algumas pessoas são ótimas de palco, monopolizando reuniões, assumindo os créditos de projetos de outras equipes, capazes de roubar o mérito de qualquer um, até mesmo dos superiores. Outras pessoas são apenas mal orientadas. Não conseguem resolver problemas sem pressionar os outros; assumir riscos sem ficar alardeando sua coragem para meio mundo. Os dois tipos não percebem os problemas e a resistência que tais ações provocam: eis aí sua grande falha.

·                        Estrelas em potencial costumam subir depressa e cair ainda mais rápido. Ganham má fama, muitos inimigos e afastam agentes de pastoral bem intencionados.

 

 

2.        A rebelde.

 

São aquelas pessoas que tentam driblar qualquer um que queira lhes dizer o que fazer. Ignoram todos os documentos da Igreja. Resistem até mesmo ao Direito Canônico.

·                        A maioria das pessoas não suporta por muito tempo este tipo de secretária(o).

 

 

3.        A “explorada”.

 

Quer ver absolutamente delimitados todos os seus trabalhos na secretaria paroquial. Qualquer apelo para uma dedicação maior é motivo para reclamações. É a pessoa que se considera só uma profissional, esquecendo seu papel evangelizador.

·                        Pessoas assim, indisponíveis, afastam os agentes que mais trabalham e que precisam de pessoas dedicadas.

 

 

4.        A “egocentrada”

 

É aquela que acha ser o centro do universo. O que conta são só suas opiniões. A sua maneira de fazer as coisas sempre deve prevalecer. E se os outros não enxergam essa evidência, fica furiosa.

·                        O resultado desta atitude, quase sempre, é uma frieza, um distanciamento das outras pessoas das equipes.

 

 

5.        A “infantil”

 

São os “bebês profissionais”. Não têm iniciativa própria, sempre procurando aprovação, conselhos, assistência, incentivo. Desmontam quando criticados. Têm tanto medo de dar um passo em falso, que nada fazem sem consultar os superiores.

·                        Os superiores querem secretárias(os) que os mantenham informados, mas que também sejam auto-suficientes.

 

 (Cf: Apostila – Senac)

 

 

 

 

 

 

 

 

            Agente da PA,  se você se vê em algum dos perfis acima, aí vão algumas sugestões de como mudar:

 

 

1. Mude de atitude

           

Considere cada agente de pastoral como um irmão e não como um freguês e queira tê-los todos ao seu lado. Observe o estilo de trabalho de cada coordenador e tente adaptar-se a ele.

 

 

2. Peça a opinião de pessoas próximas

           

Repare na maneira como você é tratada. Há impaciência, desinteresse, distância? Se esse for o caso, seu comportamento deve ter algo a ver com isso. Mas, como é difícil ser objetiva a respeito de nossos próprios hábitos, pergunte às pessoas de sua confiança o que elas acham que está provocando isso.

 

 

3. Mude suas expectativas

 

            Em vez de ficar apática esperando apoio e aprovação, pense no que tornaria a relação com os agentes mais fácil. Então, atinja esse objetivo.

 

 

4. Veja o que pode fazer de forma diferente

 

            Há inúmeras possibilidades - ouvir mais e reclamar menos, ser mais agradável, ter um “sorriso na voz”, demonstrar que é disponível. Então, faça essas coisas. Se “a primeira impressão é a que fica”, apagar uma imagem formada não é fácil, mas esforços de mudança costumam ser notados. E a vontade de tentar é sempre uma qualidade.

 

 

            “O grande desafio para a Igreja, hoje, talvez não esteja fora, mas dentro dela mesma: viver de tal modo o Evangelho que ele seja uma mensagem atraente para os homens e mulheres de hoje. Que essa mensagem seja autêntica, fiel à doutrina, responda às grandes interrogações do mundo de hoje e que seja acreditável, pelo anúncio do Evangelho fundamentado na vivência e no testemunho.

 

            Inspirada nesses critérios, dócil ao Espírito de Deus, articulando e alimentando reciprocamente a comunhão e a missão, a Igreja no Brasil convoca agora todos os cristãos (especialmente os agentes da PA) para este novo Projeto de Evangelização, que visa especialmente alcançar os que estão mais afastados da comunidade eclesial. Consciente de que o êxito deste projeto depende da livre acolhida que cada pessoa (cada agente da PA) der à palavra e à graça de Deus, a Igreja confia em que muitos atendam ao apelo de Jesus: ‘O Reino de Deus já chegou, convertei-vos e crede no Evangelho’ (Cf. Mc 1,15)”, (R.N.M. Ed. Paulinas).

 

 

            Você, agente da PA, já percebeu que você é o primeiro contato com a Igreja, de muitas pessoas que, ou estão afastadas há muito tempo, ou estão entrando pela primeira vez na Igreja? Já refletiu sobre a sua responsabilidade? A sua atitude, o seu acolhimento tem incentivado um novo retorno destas pessoas à Igreja? Ou, ao contrário, é motivo para um afastamento definitivo delas?

 

            O próprio Jesus  definiu sua missão: “Evangelizar” (Cf Lc 4,18-19). A Igreja é o sacramento-sinal de Jesus. Portanto, ser Igreja é assumirmos, também nós, hoje, a missão de evangelizar, continuando a obra do Mestre.

 

            “No limiar do Terceiro Milênio do cristianismo, há uma vigorosa interpelação às nossas Igrejas particulares, paróquias, comunidades, (agentes da PA), para dar graças a Deus pelo Evangelho que recebemos e, ao mesmo tempo, prosseguir na missão de evangelizar com novo ardor, novos métodos e novas expressões diante de enormes desafios: a pobreza e a exclusão social, a secularização, o indiferentismo e o ateísmo prático, o diálogo com as culturas não cristãs e inter-religioso” (RNM, Ed. Paulinas).

 

 

            Secretária(o), lembre-se sempre: você é uma(um) agente de evangelização, missionária(o) de Jesus, num local privilegiado: a secretaria de sua comunidade.

 

 

 

 

 

 

 

NUNCA TE ARREPENDERÁS

 

 

 

·          De teres refreado a língua, quando pretendias dizer o que não convinha

ou que não era verdade.

 

·          De teres formado o melhor conceito sobre o proceder de outrem.

 

·          De teres perdoado aos que te fizeram mal.

 

·          De teres contribuído para o sustento da tua Igreja

e obras de beneficência.

 

·          De teres cumprido pontualmente tuas promessas bem pensadas.

 

·          De teres suportado com paciência as faltas alheias.

 

·          De teres dirigido palavras bondosas aos tristes.

 

·          De teres simpatizado com os oprimidos.

 

·          De teres pedido perdão por falta cometida.

 

·          De teres recusado ouvir calúnias e difamações.

 

·          De teres alimentado, com prazer, pensamentos e conversas edificantes.

 

·          De teres dedicado, pelo menos 10 minutos por dia, a uma boa leitura.

 

·          De teres pensado antes de falar.

 

·          De teres honrado a teus pais e superiores.

 

·          De teres sido cortês e honesto em tudo e com todos.

 

·          De teres reconhecido tua ignorância, abrindo-te ao conhecimento.

 

·          De teres buscado a perfeição na realização do teu trabalho.

 

·          De teres ficado bem firme na fé, apesar dos contratestemunhos.