Epifania do Senhor A
(Revista Celebração Litúrgica)
RITOS INICIAIS
cf. Mal 3, 1; 1 Cron 19, 12
Antífona de entrada: Eis que vem o Senhor soberano. A realeza, o poder e o império estão nas suas mãos.
Introdução ao espírito da Celebração
Celebramos a festa da Epifania, quer dizer, da manifestação de Jesus a todos os povos da terra, representados nos Reis magos.
Como eles também nós viemos ao encontro de Cristo, presente e escondido na Eucaristia.
Comecemos este encontro abrindo os olhos da nossa fé, limpando-os dos nossos pecados.
Liturgia da Palavra
Primeira Leitura
Monição: O profeta Isaías fala da luz que enche a nova Jerusalém, a Santa Igreja. Esta luz é Cristo presente nela. Ele está aqui na Eucaristia e continua a encher-nos da Sua luz.
Isaías 60, 1-6
1Levanta-te e resplandece, Jerusalém, porque chegou a tua luz e brilha sobre ti a glória do Senhor. 2Vê como a noite cobre a terra e a escuridão os povos. Mas sobre ti levanta-Se o Senhor e a sua glória te ilumina. 3As nações caminharão à tua luz e os reis ao esplendor da tua aurora. 4Olha ao redor e vê: todos se reúnem e vêm ao teu encontro; os teus filhos vão chegar de longe e as tuas filhas são trazidas nos braços. 5Quando o vires ficarás radiante, palpitará e dilatar-se-á o teu coração, pois a ti afluirão os tesouros do mar, a ti virão ter as riquezas das nações. 6Invadir-te-á uma multidão de camelos, de dromedários de Madiã e Efá. Virão todos os de Sabá; hão-de trazer ouro e incenso e proclamarão as glórias do Senhor.
Salmo Responsorial Salmo 71 (72), 2.7-8.10-11.12-13(R. cf. 11)
Monição: O salmo é também uma profecia. Virão adorar a Jesus todos os povos da terra. Cantemos cheios de esperança, dispostos a trazer-Lhe todos os que nos rodeiam.
Refrão: Virão adorar-Vos, Senhor,
todos os povos da terra.
Ó Deus, concedei ao rei o poder de julgar
e a vossa justiça ao filho do rei.
Ele governará o vosso povo com justiça
e os vossos pobres com equidade.
Florescerá a justiça nos seus dias
e uma grande paz até ao fim dos tempos.
Ele dominará de um ao outro mar,
do grande rio até aos confins da terra.
Os reis de Társis e das ilhas virão com presentes,
os reis da Arábia e de Sabá trarão suas ofertas.
Prostrar-se-ão diante dele todos os reis,
todos os povos o hão-de servir.
Socorrerá o pobre que pede auxílio
e o miserável que não tem amparo.
Terá compaixão dos fracos e dos pobres
e defenderá a vida dos oprimidos.
Segunda Leitura
Monição: A festa dos Reis magos é sinal da universalidade da Igreja. S.Paulo lembra que não são apenas os judeus que Deus quis salvar , mas todos os homens.
Efésios 3, 2-3a.5-6
Irmãos: 2Certamente já ouvistes falar da graça que Deus me confiou a vosso favor: 3apor uma revelação, foi-me dado a conhecer o mistério de Cristo. Nas gerações passadas, 5ele não foi dado a conhecer aos filhos dos homens como agora foi revelado pelo Espírito Santo aos seus santos apóstolos e profetas: 6os gentios recebem a mesma herança que os judeus, pertencem ao mesmo corpo e participam da mesma promessa, em Cristo Jesus, por meio do Evangelho.
Aclamação ao Evangelho Mt 2, 2
Monição: Este relato do evangelho está cheio de lições para nós. Os reis magos ensinam-nos a procurar a Jesus sem desanimar e a adorá-Lo como merece.
Evangelho
São Mateus 2, 1-12
1Tinha Jesus nascido em Belém da Judeia, nos dias do rei Herodes, quando chegaram a Jerusalém uns Magos vindos do Oriente. 2«Onde está – perguntaram eles – o rei dos judeus que acaba de nascer? Nós vimos a sua estrela no Oriente e viemos adorá-l’O». 3Ao ouvir tal notícia, o rei Herodes ficou perturbado e, com ele, toda a cidade de Jerusalém. 4Reuniu todos os príncipes dos sacerdotes e escribas do povo e perguntou-lhes onde devia nascer o Messias. 5Eles responderam: «Em Belém da Judeia, porque assim está escrito pelo profeta: 6‘Tu, Belém, terra de Judá, não és de modo nenhum a menor entre as principais cidades de Judá, pois de ti sairá um chefe, que será o Pastor de Israel, meu povo’». 7Então Herodes mandou chamar secretamente os Magos e pediu-lhes informações precisas sobre o tempo em que lhes tinha aparecido a estrela. 8Depois enviou-os a Belém e disse-lhes: «Ide informar-vos cuidadosamente acerca do Menino; e, quando O encontrardes, avisai-me, para que também eu vá adorá-l’O». 9Ouvido o rei, puseram-se a caminho. E eis que a estrela que tinham visto no Oriente seguia à sua frente e parou sobre o lugar onde estava o Menino. 10Ao ver a estrela, sentiram grande alegria. 11Entraram na casa, viram o Menino com Maria, sua Mãe, e, caindo de joelhos, prostraram-se diante d’Ele e adoraram-n’O. Depois, abrindo os seus tesouros, ofereceram-Lhe presentes: ouro, incenso e mirra. 12E, avisados em sonhos para não voltarem à presença de Herodes, regressaram à sua terra por outro caminho.
Sugestões para a homilia
Vimos a Sua luz
Viemos adorá-Lo
Sentiram grande alegria
Vimos a Sua luz
Neste Ano da Eucaristia a festa de hoje é cheia de lições para nós. Como os reis magos também viemos à procura de Jesus, guiados por uma estrela, por uma luz. A fé trouxe-nos até Ele. Ele é a luz verdadeira, que vindo a este mundo, ilumina todo o homem – diz S. João (Jo 1, 9). A fé é encher-nos dessa luz, é fiar-nos Nele, na Sua Palavra. Como S. Pedro, depois do sermão da Eucaristia, quando tantos O abandonaram, dizemos a Jesus: Senhor, a quem iremos. Tu tens palavras de vida eterna e nós acreditamos ( Jo 6, 68-69).
Avivemos a nossa fé nas palavras de Cristo. Não vemos, não sentimos, mas sabemos que está ali. Pedimos que nos dê, como gostava de dizer S. Josemaría, fé de meninos, sabedoria de teólogos e piedade de velhinhas.
Fé de meninos, que não discutem. A pequena Jacinta, antes das aparições, numa procissão do Corpo de Deus, foi escolhida para deitar flores a Jesus, vestida de anjinho. Mas ao passar o sacerdote com a sagrada custódia, não deitou flores, apesar dos sinais insistentes que lhe faziam. – Então Jacinta, porque não deitaste as flores a Jesus?
– Porque não O vi – respondeu.
Explicaram-lhe então que não podia ver a Jesus, porque ia escondido. Daí para diante gostava muito de falar de Jesus escondido e de ir visitá-Lo.
É muito bonito o caso daquela menina de Madrid, que durante a guerra civil espanhola, tinha Jesus em sua casa, devido às profanações das igrejas. A família estava a passar dificuldades grandes, apesar de ser abastada. A mãe disse à miúda: –Vai dizer ao Jesus que nos mande pão.
A pequenita começa a correr para ir dar o recado. Escada acima, vira-se para trás e pergunta: –mamã, peço papo-secos ou cacetes?
Não duvidava que Jesus ia mandar o pão. Até dava para escolher. Jesus ouviu-a. Nessa tarde o feitor daquela família conseguiu entrar na cidade e trazer-lhes pão e comida necessária.
Temos de pedir esta fé de meninos, acompanhada da piedade de velhinhas, que encontram na oração a sua alegria, que gostam de ir à igreja e ficar ali muito tempo com Nosso Senhor.
Peçamos também sabedoria de teólogos. A fé não é sentimentalismo, hoje tão espalhado e que faz das pessoas cataventos que vão atrás de seitas que as exploram, atrás de pretensas visões ou dos gostos pessoais. A fé há-de levar-nos a conhecer bem o que Jesus ensinou e continua a proclamar através do papa e dos bispos a ele unidos. Há-de levar-nos a estudar e a aprofundar essas verdades pela leitura e pela oração.
Esta fé há-de traduzir-se na vida de cada dia, pondo-a de acordo com os ensinamentos de Jesus, sem nunca nos darmos por satisfeitos e apoiados na graça de Deus que não faltará.
É essa a lição sempre actual daqueles reis, que vieram de muito longe, que não fugiram aos sacrifícios, que não voltaram para trás ao deixar de ver a estrela, que perguntaram até chegarem a Jesus.
Viemos adorá-Lo
Ao chegarem até Ele prostraram-se em adoração e ofereceram-Lhe os seus presentes :ouro, incenso e mirra.
Ao aproximar-nos de Jesus temos de adorá-lo. Porque é verdadeiro Deus, porque é o Senhor do Céu e da terra. Apesar de parecer um menino, igual a tantos outros. Ou de parecer simplesmente um pouco de pão na Eucaristia.
É costume antigo e continua recomendado pela Igreja que façamos a genuflexão ao passar diante do sacrário e que nos ajoelhemos um pouco, ao entrar na igreja, em adoração diante do Senhor.
Fez-Se pequenino para estarmos à vontade diante d'Ele, numa atitude de amor e confiança. Mas isso não pode tirar o respeito e a adoração. Ao genuflectir, ao ajoelhar, estamos a dizer a Jesus que Ele é muito grande e nós muito pequeninos. Ele é o Tudo e nós somos o nada. Todas as coisas subsistem por Ele (Col 1,17).
O Anjo, em Fátima, numa das aparições , trouxe o Cálice e a Hóstia. Dela caíam gotas de sangue dentro do cálice. Deixando-os suspensos no ar, ajoelhou-se com os pequenitos, com a cabeça vergada até ao chão, adorando a Jesus e rezando a oração: Meu Deus, eu creio, adoro, espero e amo-vos. Peço-vos perdão para os que não crêem, não adoram, não esperam e não Vos amam.
Um sacerdote perguntava a uma pequenita que fazia muito bem a genuflexão: –Que dizes a Jesus quando genuflectes? E ela respondeu: –Digo-Lhe baixinho: Ó Jesus eu gosto muito de Ti.
Que façamos bem a genuflexão. Que não sejamos cristãos reumáticos, como alguém dizia.
Como os reis magos temos de aprender a adorar a Jesus e a entregar-Lhe as nossas ofertas. Vivendo muito bem a Santa Missa. A Santa Sé publicou há pouco um documento para toda a Igreja, a Instrução O Sacramento da Redenção, chamando a atenção para abusos que se têm vindo a meter em muitos lugares, no que se refere à Eucaristia. O amor manifesta-se nas atitudes e no cumprimento cuidadoso do que Jesus nos ensinou e a Igreja manda.
A missa é oferecer a Cristo o que temos: o nossos trabalho, as nossa alegrias, os nossos sofrimentos, o nossos descanso e divertimentos, o nosso convívio social, toda a nossa vida. Para que Ele a ofereça ao Pai, unida à oferta de Si mesmo, que se torna presente sobre o altar em cada missa. Só assim a nossa vida tem sentido e tem valor. A missa tem de continuar cá fora durante a semana toda. Porque a oferecemos no altar com Cristo. Porque ali fomos buscar a energia para vivermos com Ele e como Ele.
Que este Ano da Eucaristia nos ajude a descobrir o sentido profundo da Santa Missa e a vivê-la como João Paulo II nos recordou na Encíclica. A Igreja vive da Eucaristia. Vale a pena relê-la e meditá-la muitas vezes neste ano. «É este 'enlevo' eucarístico – diz o Santo Padre – que desejo despertar com esta carta encíclica …A Igreja vive de Jesus eucarístico, por Ele é nutrida, por Ele é iluminada. A Eucaristia é mistério de fé e, ao mesmo tempo, mistério de luz» (n.º 6).
A adoração a Jesus havemos de vivê-la também fora da missa, na visita frequente ao Santíssimo Sacramento e na adoração solene nas paróquias. O papa dá-nos exemplo. Confidenciava há dias: «Para viver da Eucaristia é preciso consumir tempo em adoração diante do Santíssimo Sacramento, experiência que eu mesmo faço todos os dias, tirando daí força, consolação e sustento» (Mensagem para o Dia missionário Mundial de 2004).
Sentiram grande alegria
Os reis magos sentiram enorme alegria ao reencontrar a estrela que os levava a Jesus. A fé enche-nos de alegria. Porque nos leva a Jesus, que é a fonte da alegria. É o Amigo que nos conhece, que nos ama, que deu a vida por nós, que se nos dá em alimento todos os dias. Que tem todo o poder e que sabe tudo. Que está a nossa espera no sacrário sem precisarmos de marcar entrevista.
Ali podemos deixar as nossas mágoas, abrir o nosso coração, expandir as nossas alegrias. Continua a repetir-nos :Vinde a Mim todos vós que andais cansados e sobrecarregados e Eu vos aliviarei (Mt 11, 28)
Há anos estava um homem a pedir boleia à beira duma estrada, em Espanha. Parou um camionista. Ao subir com a mala, perguntou: –Vai sozinho?
O motorista titubeou na resposta. Já em andamento disse: –Perguntou-me se ia só. A verdade é que nunca vou só, porque Deus está sempre comigo. E ao descobrir alguma igreja vou saudando o Senhor que ali se encontra. Por isso nunca vou só. –Pare depressa – disse o passageiro –Sou o pároco desta freguesia e ia-me embora desanimado. Porque não ligavam ao que lhes dizia. Acaba de me dar uma lição: esqueço-me muitas vezes que não estou sozinho, que tenho o Senhor no sacrário.
Como os reis magos podemos ir a Jesus. Podemos encontrá-Lo muitas vezes Apesar de escondido é o Senhor do Céu e da terra. Tem todo o poder, pode resolver todos os nossos problemas. É um amigo sempre ao nosso dispor.
A Eucaristia é a luz que ilumina a Santa Igreja, que a enche de alegria. Que enche de alegria a alma de cada cristão. Se temos fé, se sabemos descobrir o Senhor. Se procuramos ser amigos d'Ele de verdade, se procuramos dar-lhe em nossa vida o lugar que Lhe pertence.
Ano da Eucaristia há-de ser epifania permanente de Cristo, manifestação mais viva da Sua presença entre nós até ao fim dos tempos. Que a Virgem nos ensine a olhar para Ele como Ela. Com enlevo de fé e de amor.
Fala o Santo Padre
«Todos os indivíduos sentem a necessidade de uma 'estrela' que guie o seu caminho sobre a terra.»
1. «Lumen gentium... Christus», «Cristo é a luz dos povos» (Lg, 1).
O tema da luz domina a solenidade do Natal e da Epifania, que antigamente e ainda hoje no Oriente estavam unidas numa só grande «festa das luzes». No sugestivo clima da Noite Santa apareceu a luz; nasceu Cristo «luz dos povos». É ele o «sol que surge do alto »(cf. Lc, 1, 78). Sol vindo ao mundo para dissipar as trevas do mal e inundá-lo com o esplendor do amor divino. Escreve o evangelista João: «O Verbo era a luz verdadeira que, vindo ao mundo, a todo o homem ilumina» (1, 9).
«Deus lux est Deus é luz», recorda sempre São João, sintetizando não uma teoria gnóstica, mas «a mensagem que recebemos dele »(1 Jo 1, 5), isto é de Jesus. No Evangelho, ele lembra de novo a expressão recolhida dos lábios do Mestre: «Eu sou a luz do mundo; quem Me segue não andará nas trevas, mas terá a luz da vida» (Jo 8, 12).
Encarnando, o Filho de Deus manifestou-se como luz. Luz não só para o exterior, na história do mundo, mas também para o interior do homem, na sua história pessoal. Fez-Se um de nós dando sentido e valor renovado à nossa existência terrena. Deste modo, no pleno respeito pela liberdade humana, Cristo tornou-se «lux mundi a luz do mundo». Luz que brilha nas trevas (Jo 1, 5).
2. Hoje, solenidade da «Epifania», que significa «Manifestação», volta com vigor o tema da luz. Hoje, o Messias, que em Belém se manifestou a humildes pastores da região, continua a revelar-Se luz dos povos de todos os tempos e de todos os lugares. Para os magos, vindos do Oriente para o adorar, a luz do «rei dos Judeus que acaba de nascer» (Mt 2, 2) assume a forma de um astro celeste, muito brilhante, a ponto de atrair o seu olhar e os guiar até Jerusalém. Põe-nos, assim, nas pegadas das antigas profecias messiânicas: «uma estrela sai de Jacob e um ceptro flamejante surge do seio de Israel...» (Nm 24, 17).
Como é sugestivo o símbolo da estrela que se repete em toda a iconografia do Natal e Epifania! Ainda hoje, evoca profundos sentimentos, mesmo se, como tantos outros sinais do sagrado, corre o risco de se tornar banalizada pelo uso consumista que dela é feito. Todavia, recolocada no seu contexto original, a estrela que contemplamos no presépio fala ao espírito e ao coração do homem do terceiro milénio.
Fala ao homem secularizado, despertando nele a nostalgia da sua condição de viandante à procura da verdade e desejoso de absoluto. A própria etimologia do verbo «desejar» evoca a experiência dos navegantes, que se orientam durante a noite observando os astros, que em latim se chamam «sidera».
3. Quem não sente a necessidade de uma «estrela» que o guie no seu caminho sobre a terra? Sentem esta necessidade tanto os indivíduos como as nações. Para vir ao encontro deste desejo de salvação universal, o Senhor escolheu para si um povo, que fosse estrela orientadora para «todas as famílias da terra» (Gn 12, 3). Com a Encarnação de seu Filho, Deus alargou, depois, a eleição a todos os outros povos, sem distinção de raça e cultura. Assim nasceu a Igreja, formada por homens e mulheres que, «unidos em Cristo, são dirigidos pelo Espírito Santo na sua peregrinação para o Reino do Pai e receberam uma mensagem de salvação, que devem comunicar a todos» (Gs 1).
Ressoa, portanto, para toda a Comunidade eclesial o oráculo do profeta Isaías, que escutámos na primeira leitura: Levanta-te e resplandece, chegou a tua luz; a glória do Senhor levanta-se sobre ti!... As nações caminharão à tua luz, os reis, ao resplendor da tua aurora" (Is 60, 1.3). […]
João Paulo II, Roma na Solenidade da Epifania, 6 de Janeiro de 2002
Oração Universal
Unidos a toda a Igreja trazemos a Jesus,
cheios de fé e confiança, os nossos pedidos.
Ele apresenta-os ao Pai, para que os atenda. Peçamos :
1. Pela Santa Igreja, para que se renove,
neste ano, no amor à Eucaristia,
em todos os pastores e fiéis,
oremos ao Senhor.
2. Pelo Santo Padre, para que todos escutem o seu convite
e acolham sua palavra,
oremos ao Senhor.
3. Pelos bispos e sacerdotes,
para que cumpram fielmente as normas litúrgicas
e as ensinem a viver a todos os cristãos,
oremos ao Senhor.
4. Por todos os cristãos,
para que vivam melhor a Santa Missa de cada domingo,
preparando bem as suas almas para receberem a Jesus,
oremos ao Senhor.
5. Para que todos nos entusiasmemos
a visitar mais vezes a Jesus no sacrário,
sabendo consumir tempo em adoração ao Senhor
e encontrando ali a nossa força e alegria,
oremos ao Senhor.
6. Por todos os que andam afastados de Deus,
para que o Senhor os converta
e por todos os que ainda não conhecem a Cristo,
para que O descubram e O procurem, como os Reis magos,
oremos ao Senhor.
7. Por todos os que se encontram no Purgatório,
para que possam contemplar no Céu o rosto de Cristo,
oremos ao Senhor.
Senhor, que nos destes a estrela da fé, que nos conduziu a Jesus, Vosso Filho,
fazei que saibamos procurá-Lo sempre com novo entusiasmo na Eucaristia
e trazer-Lhe todos os homens.
Pelo mesmo N.S.J.C. Vosso Filho que conVosco vive e reina na unidade do Espírito Santo.
Liturgia Eucarística
Monição da Comunhão
Podemos não só adorar a Jesus, mas tomá-Lo nos braços e tê-Lo em nosso coração. Saboreemos a maravilha da comunhão.
Ritos Finais
Monição final
Agradeçamos a Jesus o ter ficado connosco, e aproveitemos este Ano da Eucaristia para crescer na fé e no amor a este mistério admirável. Que seja uma epifania contínua para nós e para toda a Igreja.
Celebração e Homilia: Celestino Correia R. Ferreira
UNIDOS PELA PALAVRA DE DEUS
PROPOSTA PARA
ESCUTAR, PARTILHAR, VIVER E ANUNCIAR A PALAVRA NAS COMUNIDADES DEHONIANAS
Grupo Dinamizador:
P. Joaquim Garrido, P. Manuel Barbosa, P. José Ornelas Carvalho
Província Portuguesa dos Sacerdotes do Coração de Jesus (Dehonianos)
Rua Cidade de Tete, 10 – 1800-129 LISBOA – Portugal
Tel. 218540900 – Fax: 218540909
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