Roteiros Homiléticos

Roteiro Homilético – III Domingo do Advento (Ano A)

RITOS INICIAIS

Filip 4, 4.5

Antífona de entrada: Alegrai-vos sempre no Senhor. Exultai de alegria: o Senhor está perto.

Não se diz o Glória.

Introdução ao espírito da Celebração

«Alegrai-vos, sempre, no Senhor! Repito: alegrai-vos: o Senhor está a chegar». Com estas palavras, tiradas da Carta de S. Paulo aos Filipenses, a Igreja Santa, no cântico de entrada deste 3º Domingo do Advento, faz-nos um apelo veemente à alegria, virtude unida intimamente à esperança…O Senhor está a chegar e, com Ele, nos vêm todos os bens. Por isso se chama este Domingo, na tradição litúrgica, o Domingo da Alegria.

Estejamos atentos à Palavra do Senhor. Ele nos aponta, mais uma vez, onde estão as verdadeiras alegrias.

Oração colecta: Deus de infinita bondade, que vedes o vosso povo esperar fielmente o Natal do Senhor, fazei-nos chegar às solenidades da nossa salvação e celebrá-las com renovada alegria. Por Nosso Senhor…

Liturgia da Palavra

Primeira Leitura

Monição: O Profeta Isaías refere-nos, num texto muito belo, a alegria dos tempos messiânicos: com a vinda de Jesus, tudo exulta com brados de alegria.

Isaías 35, 1-6a.10

1Alegrem-se o deserto e o descampado, rejubile e floresça a terra árida, 2cubra-se de flores como o narciso, exulte com brados de alegria. Ser-lhe-á dada a glória do Líbano, o esplendor do Carmelo e do Sáron. Verão a glória do Senhor, o esplendor do nosso Deus. 3Fortalecei as mãos fatigadas e robustecei os joelhos vacilantes. 4Dizei aos corações perturbados: «Tende coragem, não temais: Aí está o vosso Deus, vem para fazer justiça e dar a recompensa. Ele próprio vem salvar-vos». 5Então se abrirão os olhos dos cegos e se desimpedirão os ouvidos dos surdos. 6aEntão o coxo saltará como um veado e a língua do mudo cantará de alegria. 10Voltarão os que o Senhor libertar, hão-de chegar a Sião com brados de alegria, com eterna felicidade a iluminar-lhes o rosto. Reinarão o prazer e o contentamento e acabarão a dor e os gemidos.

Este texto não se limita a descrever poeticamente a alegria e felicidade dos judeus retornados do exílio, uma alegria a que a própria natureza se associa (vv. 1-2). A passagem tem um colorido messiânico e escatológico: os vv. 5-6 cumprem-se à letra com a vinda de Cristo (cf. Evangelho de hoje, Mt 11, 5); «o prazer e o contentamento» perpétuos e sem mistura de «dor e gemidos» (v. 10) tiveram o seu começo com Jesus Cristo, mas mais num sentido espiritual; a sua consumação e plenitude está reservada para o fim dos tempos, na escatologia (cf. Apoc 7, 16-17; 21, 2-4).

Salmo Responsorial Salmo 145 (146), 7.8-9a.9bc-10 (R. cf. Is 35, 4)

Monição: Toda a nossa esperança deve estar sempre no Senhor Jesus; só Ele nos pode valer. Debaixo dos Céus não foi dado outro nome aos homens pelo qual eles possam ser salvos.

Refrão: Vinde, Senhor, e salvai-nos!

Ou: Aleluia!


O Senhor faz justiça aos oprimidos,

dá pão aos que têm fome

e a liberdade aos cativos.

O Senhor ilumina os olhos dos cegos,

o Senhor levanta os abatidos,

o Senhor ama os justos.

O Senhor protege os peregrinos,

ampara o órfão e a viúva

e entrava o caminho aos pecadores.

O Senhor reina eternamente.

o teu Deus, ó Sião,

é rei por todas as gerações.

Segunda Leitura

Monição: Nesta leitura o Apóstolo São Tiago dá-nos o exemplo do agricultor, que espera pacientemente o precioso fruto da terra. Sejamos pacientes. O nosso Deus não falha no cumprimento das suas promessas.

Tiago 5, 7-10

Irmãos: 7Esperai com paciência a vinda do Senhor. Vede como o agricultor espera pacientemente o precioso fruto da terra, aguardando a chuva temporã e a tardia. 8Sede pacientes, vós também, e fortalecei os vossos corações, porque a vinda do Senhor está próxima. 9Não vos queixeis uns dos outros, a fim de não serdes julgados. Eis que o Juiz está à porta. 10Irmãos, tomai como modelos de sofrimento e de paciência os profetas, que falaram em nome do Senhor.

Os temas da leitura são a paciência e a vinda do Senhor. A paciência, virtude eminentemente cristã em que a carta insiste (cf. 1, 2-4.12), não significa uma passividade em face das injustiças, mas perseverança na fidelidade ao Senhor, na certeza de que Ele virá como Juiz remunerador; não é uma indiferença estóica perante a dor, a contrariedade e a opressão, mas é sofrer com Cristo, unindo os sofrimentos próprios à sua Paixão redentora.

7 «Como o agricultor espera pacientemente…»: temos aqui uma bela comparação tirada da vida agrícola; com efeito, na Palestina, onde chove muito pouco, todo o agricultor anseia pelas chuvas que costumam vir sobretudo em duas épocas (cf. Jr 5,24) as chuvas temporãs (Outubro-Novembro: as chamadas yoreh ou moreh), que preparam a terra para as sementeiras, e as tardias (Março-Abril: em hebraico malqox), que garantem uma boa colheita.

9 «Eis que o Juiz está à porta»: o Senhor cuja «vinda está próxima» (v. 8), é como se estivesse já em frente da nossa porta, pronto a bater e a entrar. Esta vinda do Justo Juiz no final dos tempos, antecipa-se para cada um à hora da morte. Essa vinda será terrível para os que confiaram em si mesmos e nas suas riquezas, tantas vezes iniquamente adquiridas (cf. Tg 5, 1-6), mas será libertadora para os bons cristãos. Talvez haja aqui uma referência à eminente destruição de Jerusalém, com a vinda do Juiz divino (cf. Mc 13, 29) que libertará os cristãos palestinos da opressão de maus senhores judeus.

Aclamação ao Evangelho

Is 61, 1 (cf. Lc 4, 18)

Monição: No Evangelho de hoje, que vamos aclamar e escutar de pé, S. João Baptista é elogiado por Cristo como o maior entre os filhos de mulher. Ele veio como precursor, para preparar os caminhos do Senhor.

Aleluia

O Espírito do Senhor está sobre mim: enviou-me a anunciar a boa nova aos pobres.

Evangelho

São Mateus 11, 2-11

Naquele tempo, 2João Baptista ouviu falar, na prisão, das obras de Cristo e mandou-Lhe dizer pelos discípulos: 3«És Tu Aquele que há-de vir ou devemos esperar outro?» 4Jesus respondeu-lhes: «Ide contar a João o que vedes e ouvis: 5os cegos vêem, os coxos andam, os leprosos são curados, os surdos ouvem, os mortos ressuscitam e a boa nova é anunciada aos pobres. 6E bem-aventurado aquele que não encontrar em Mim motivo de escândalo». 7Quando os mensageiros partiram, Jesus começou a falar de João às multidões: «Que fostes ver ao deserto? Uma cana agitada pelo vento? 8Então que fostes ver? Um homem vestido com roupas delicadas? Mas aqueles que usam roupas delicadas encontram-se nos palácios dos reis. 9Que fostes ver então? Um profeta? Sim, Eu vo-lo digo, e mais que profeta. 10É dele que está escrito: ‘Vou enviar à tua frente o meu mensageiro, para te preparar o caminho’. 11Em verdade vos digo: Entre os filhos de mulher, não apareceu ninguém maior do que João Baptista. Mas o menor no reino dos Céus é maior do que ele».

A pergunta que faz João, agrilhoado nas masmorras da fortaleza de Maqueronte situado nos rochedos da margem oriental do Mar Morto, parece ser uma pergunta destinada a encaminhar para Jesus alguns discípulos mais apegados ao Baptista e que ainda não aceitavam Jesus como Messias. É pois uma pergunta pedagógica. Dificilmente se pode entender como uma dúvida de fé do próprio Baptista, em face do que se conta em Mt 3, 16 e João 1, 29-34.

5 A resposta de Jesus apoia-se especialmente no cumprimento das profecias de Isaías (Is 35, 5, cf. 1ª leitura de hoje, e 60, 1).

6 Jesus torna-se um empecilho, «um motivo de escândalo», um tropeço, para aqueles que se aferravam à ideia de um Messias glorioso, um rei terreno poderoso. A imagem que Jesus deixa de Si nos que O vêem é a da humildade despretensiosa: Jesus oculta o que é na realidade.

11 Esta superioridade e inferioridade não se refere à santidade pessoal, mas à dignidade: João tem um ministério superior ao dos próprios profetas, pois lhe cabe apresentar directa e pessoalmente a Cristo; mas, uma vez que a Nova Lei é de uma ordem superior, nela o último em dignidade supera o mais digno da Lei Antiga. E João, enquanto preparador e anunciador da vinda do Messias, pertence à Antiga Lei.

Sugestões para a homilia

1. A virtude da esperança.

2. A alegria cristã.

3. O testemunho cristão.

1. A virtude da esperança.

Somos conscientes de que temos paixões e debilidades; o nosso coração perturba-se tantas vezes, a dor e os gemidos, as preocupações e os desânimos fazem-nos esmorecer e a nossa esperança como que se esvai. Precisamos de ouvir palavras de ânimo e de coragem como as que hoje nos transmite a Palavra de Deus: «Tende coragem, não temais: Aí está o vosso Deus…Ele próprio vem salvar-nos»( 1ª leitura); «Esperai com paciência a vinda do Senhor»(2ª leitura).

Jesus, ao longo da sua vida pública, aviva e revigora continuamente a esperança dos seus discípulos.

A nossa esperança de ser santos e de ser eficazes nutre-se da Palavra de Deus, que queremos meditar e levar à prática.

S. Paulo, na carta aos Romanos, recomenda-nos vivamente: «O Deus da esperança vos encha plenamente de alegria e paz na vossa fé, a fim de que superabunde em vós a esperança, pela virtude do Espírito Santo» (15, 13).

Cristo é a nossa esperança. «Nada nos poderá separar do amor de Deus que está em Cristo Nosso Senhor» (Rom. 8, 38 ss.)

2. A alegria cristã.

A alegria cristã é fruto da esperança, da fé e da caridade. Deus quer-nos contentes. S. Paulo, nas suas cartas, não se cansa de repetir-nos: «Alegrai-vos, sempre, no Senhor. Repito: alegrai-vos» (Cânt. de entrada).

A proximidade do Senhor, saber que Ele está perto, que está a chegar Aquele que nos ama, Aquele a quem amamos, não pode deixar de inundar-nos com uma grande alegria. A segurança do amor divino, a sua presença no meio de nós não pode deixar de despertar em nós uma enorme confiança, um gozo e uma enorme satisfação.

«Se Deus está por nós, quem contra nós?»(1 Cor. 8, 31).

A alegria é um dos meios que Deus nos dá para fazer o bem.

«Um filho de Deus, um cristão que vive de fé, pode sofrer e chorar, pode estar cansado e esgotado, pode ter motivos para ter dor: para estar triste, nunca» (S. Josemaria).

Levantemos os olhos para Maria. Ela é «causa da nossa alegria»- não só pelo seu exemplo, mas porque por Ela nos veio Cristo, o Príncipe da Paz, a Fonte da alegria e da felicidade para todos os homens. Ele é verdadeiramente a «Boa Nova para um mundo novo» (lema do Ano Pastoral). Assim cantaram os Anjos na Noite de Natal.

3. O testemunho cristão.

Somos cristãos e levamos no coração a fé e o amor de Deus como o maior tesouro que nos podia ser entregue pela graça do nosso Baptismo. Este tesouro não nos foi dado só para nosso benefício. Quando a amizade é verdadeira, surge a abertura e a confidência: nada é alheio aos verdadeiros amigos e vem a partilha, a comunicação, a inter-ajuda. A amizade faz-se apostólica, transforma-se em alegria e a alegria torna-se contagiosa. Os cristãos temos connosco o segredo da verdadeira alegria.

Levados pelo Espírito Santo, os cristãos dos primeiros tempos e os cristãos de todas as épocas, também os dos tempos actuais, procuram levar por toda aparte o fogo do amor de Cristo que levam no coração (Filip 4, 22; 2 Tim 4, 19 ss). Os Actos dos Apóstolos, as Epístolas de S. Paulo, de S. Pedro, de S. João trazem-nos exemplos maravilhosos da intensa actividade apostólica desse nossos irmãos dos primeiros tempos. O «fogo» do amor de Deus tem sido sempre em todas as épocas um «fogo devorador» (DT 4, 24).

Nas nossas mãos, ainda que sejamos pouca coisa, o Senhor depositou este tesouro incalculável que é a nossa fé e a nossa esperança e a nossa caridade, para que as transmitamos às novas gerações; entregou-nos estes talentos para que os negociemos, para que os façamos frutificar.

Que Maria Santíssima, Rainha dos Apóstolos, Causa da nossa alegria, nos consiga de Deus uma maior vibração apostólica, para darmos testemunho de Jesus Cristo e da sua Boa Nova de Salvação.

Liturgia Eucarística

Oração sobre as oblatas: Fazei, Senhor, que a oblação deste sacrifício se renove sempre na vossa Igreja, de modo que a celebração do mistério por Vós instituído realize em nós plenamente a obra da salvação. Por Nosso Senhor…

Prefácio do Advento I: p. 453 [586-698] ou II p. 455 [588-700]

Santo: A. Cartageno, Suplemento ao CT

Monição da Comunhão: A graça santificante diviniza o cristão e converte-o em filho de Deus e templo da Santíssima Trindade. Receber Jesus Cristo na Comunhão faz-nos crescer nesta vida divina: guiados pelo Espírito Santo, chegaremos à plena união com Cristo, que terá a sua consumação no Céu.

Recebamos o Senhor com a mesma pureza, piedade e devoção com que O receberam a sua Santíssima Mãe, S. José, seu esposo e S. João Baptista. Que Jesus aumente em nós a alegria e a paz.

Antífona da comunhão: Dizei aos desanimados: Tende coragem e não temais. Eis o nosso Deus que vem salvar-nos.

Oração depois da comunhão: Concedei, Senhor, pela vossa bondade, que este divino sacramento nos livre do pecado e nos prepare para as festas que se aproximam. Por Nosso Senhor…

Ritos Finais

Monição final: Alimentados com o pão celestial e com a Palavra de Deus, sejamos em toda a parte imagens vivas de Cristo. A Eucaristia, como mistério de amor, enche-nos de alegria pela sua presença no meio de nós. Sejamos testemunhas desta alegria junto de todos os nossos familiares e amigos.

Homilias Feriais

3ª SEMANA

2ª feira, 17-XII: A genealogia de Jesus Cristo.

Gen 49, 2. 8-10 / Mt 1, 1-17

(Jacob): O ceptro não há-de fugir a Judá, até que venha aquele que lhe tem direito e a quem os povos hão-de obedecer.

Jacob reúne os seus filhos e anuncia-lhes a vinda do Messias (cf. Leit). E é precisamente da sua descendência que foi gerado, muitos séculos depois, «José, esposo de Maria, da qual nasceu Jesus» (Ev).

O nome de Jesus quer dizer «Deus salva». E está presente nas orações: as que acabam com a fórmula ‘por nosso Senhor Jesus Cristo’; na Ave-Maria, que nos recorda o ‘bendito fruto do vosso ventre’ (cf. CIC, 435). Que este nome esteja igualmente presente nas nossas acções e orações.

3ª feira,18-XII: O nome de José.

Jer 23, 5-8 / Mt 1, 18-24

Dias virão em que farei surgir para David um rebento justo. Será um verdadeiro rei e agirá com sabedoria.

O profeta Jeremias anuncia a vinda do Salvador, como descendente messiânico de David (cf. Leit). E José, descendente de David, recebe a mensagem do Anjo, que lhe comunica o nascimento de Jesus (cf. Ev).

O nome de José significa em hebreu ‘Deus acrescentará’, isto é, aquele que cumpre a vontade de Deus, receberá abundantes graças. Assim actuou José: «fez como lhe ordenara o Anjo do Senhor» (Ev). O Senhor dar-nos-á igualmente a suas graças, se nos esforçarmos por cumprir a sua vontade.

4ª feira, 19-XII:A Anunciação a Zacarias.

Jz 13, 2-7. 24-25 / Lc 1, 5-25

(O Anjo): Não temas Zacarias, porque a tua súplica foi atendida. Tua esposa Isabel dar-te-á um filho, ao qual porás o nome de João.

Uma mulher estéril, esposa de Manoá, recebe a visita do Anjo do Senhor, que lhe anuncia o nascimento de um filho, Sansão (cf. Leit). O mesmo aconteceu a Isabel, esposa de Zacarias, que deu à luz João Baptista (cf. Ev).

João Baptista vai ser enviado a fim de preparar para o Senhor um povo bem disposto (cf. Ev). Procuremos melhorar as nossas disposições para recebermos bem o Messias: com alegria, vigilantes na oração e celebrando os seus louvores (cf. Prefácio II do Advento).

5ª feira, 20-XII: Advento com Maria (I).

Is 7, 10-14 / Lc 1, 26-38

Há-de a Virgem conceber e dar à luz um filho, a quem porá o nome de Emanuel.

Esta profecia de Isaías vai realizar-se na Virgem Maria (cf. Ev)

Com esta Anunciação do Anjo, começa o Advento de Nossa Senhora. Na sua companhia queremos viver ainda melhor o que nos resta de tempo do Advento. Podemos imitar a sua disponibilidade para as obras de Deus: «Eis a serva do Senhor»; a sua obediência na fé: «faça-se em mim segundo a vossa palavra», para podermos cumprir mais plenamente a vontade de Deus; o seu sim, que contribuiu para a salvação da humanidade, vencendo o não de Eva.

6ª feira, 21-XII: Advento com Maria (II).

Cant 2, 8-14 / Lc 1, 39-45

Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre.

Temos mais um episódio do modo como Nossa Senhora viveu o Advento.

Cheia de alegria (cf. Leit e Ev), porque leva no seu ventre o Verbo encarnado, Nossa Senhora dirige-se para a casa de sua prima Isabel, que a recebe com grandes louvores: «Feliz daquela que acreditou». Não deixemos de louvar a nossa Mãe saboreando muito bem as palavras da Ave-Maria. Procuremos também viver este Advento com o mesmo espírito de serviço e entrega aos outros como Ela viveu, procurando criar à nossa volta um ambiente de sã alegria.

Sábado, 22-XII: Advento com Maria (III).

1 Sam 1, 24-28 / Lc 1, 46-56

A minha alma glorifica o Senhor e o meu espírito exulta de alegria em Deus, meu Salvador.

Ana levou o seu filho Samuel para o dedicar ao serviço do Senhor no Templo e o seu coração exulta de alegria (cf. Ev e S. Resp). Também Nossa Senhora, transportando o Filho de Deus no seu ventre, eleva a Deus um cântico de louvor, o Magnificat (cf. Ev).

O Magnificat é uma manifestação da espiritualidade de Maria: louvor, exaltação, gratidão, humildade. Com a aproximação do Natal cantemos muitos louvores a Deus, agradeçamos-lhe o envio do seu Filho e a salvação que nos trouxe.

Celebração e Homilia: Alfredo Melo

Nota Exegética: Geraldo Morujão

Homilias Feriais: Nuno Romão

Sugestão Musical: Duarte Nuno Rocha

Fonte: Celebração  Litúrgica


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